-Un informe sobre el juicio contra activistas sociales de Oporto por difamación del SEF
Tras un largo proceso de más de cuatro años, cuatro activistas sociales de Oporto, acusados de difamación por el Servicio de Extranjería y Fronteras portugués (SEF), fueron absueltos en octubre de 2010. El caso data de 2006, cuando se generó un amplio movimiento de denuncia e indignación, asignando al SEF la responsabilidad moral de la muerte de Ahmed Hussein, un trabajador pakistaní que se suicidó tras habérsele rehusado el permiso de residencia en Portugal. Entre los activistas victimizados por este juicio se encontraba un miembro del grupo local de la AIT-SP (Asociación Internacional de los Trabajadores – Sección Portuguesa)
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Monday, May 2, 2011
Portugalia: Działacze na rzecz praw imigrantów uniewinnieni z zarzutu "zniesławienia" Straży Granicznej
Pod długim procesie, który trwał cztery lata, czterech aktywistów z Porto w Portugalii, oskarżonych o zniesławienie przez portugalską Straż Graniczną (SEF) zostało uniewinnionych. Sprawa zaczęła się w 2006 r., gdy Straż Graniczna została obarczona odpowiedzialnością za doprowadzenie do śmierci Ahmeda Husseina, pracownika z Pakistanu, który popełnił samobójstwo, gdy odmówiono mu prawa pobytu w Portugalii. Jedną z osób, która została oskarżona o zniesławienie Straży Granicznej, był członek portugalskiej sekcji MSP.
Friday, April 22, 2011
The “good name” of the Foreigners and Borders Service
,A report about the trial against social activists from Oporto for defamation of the SEF.
After a long process of over four years, four social activists from Oporto, accused of defamation by the Portuguese Foreigners and Borders Service (SEF), were acquitted in October 2010. The case dates back to 2006, when a large movement of denunciation and indignation was generated, assigning to the SEF the moral responsibility for the death of Ahmed Hussein, a Pakistani worker who committed suicide after his residence permit in Portugal was refused. Among the activists victimized by this trial was a member of the local group of AIT-SP (International Workers Association – Portuguese Section).
After a long process of over four years, four social activists from Oporto, accused of defamation by the Portuguese Foreigners and Borders Service (SEF), were acquitted in October 2010. The case dates back to 2006, when a large movement of denunciation and indignation was generated, assigning to the SEF the moral responsibility for the death of Ahmed Hussein, a Pakistani worker who committed suicide after his residence permit in Portugal was refused. Among the activists victimized by this trial was a member of the local group of AIT-SP (International Workers Association – Portuguese Section).
Saturday, March 26, 2011
Processo do SEF do Porto contra activistas sociais termina com absolvições
Após um longo processo de mais de quatro anos, foram absolvidos em Outubro de 201o os quatro activistas sociais do Porto acusados de difamação pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). O caso remonta a 2006, quando se gerou um grande movimento de denúncia e indignação que atribuiu ao SEF a responsabilidade moral pela morte de Ahmed Hussein, trabalhador paquistanês que se suicidou após ter visto a sua autorização de residência em Portugal ser recusada.
Saturday, March 19, 2011
Porto: SEF não prova acusação a activistas
artigo retirado de: http://pt.indymedia.org/conteudo/editorial/2461
AACILUS; CNLI; ESSALAM – Associação de Imigrantes Magrebinos e de Amizade Luso – Árabe; Espaço MUSAS; SOS Racismo; TERRA VIVA!/Terra Vivente AES foram as seis associações que subscreveram o comunicado de Imprensa que em Junho de 2006 atribuía responsabilidade moral aos serviços do Porto do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) pelo suicídio do imigrante paquistanês Ahmed Hussein. Na sequência dessas notícias (1 e 2), o SEF processou quatro dessas associações AACILUS; ESSALAM; Espaço MUSAS; e TERRA VIVA. Em julgamento estiveram representantes destas quatro associações. De fora ficaram, por razões que ficam por explicar, SOS Racismo e CNLI.
AACILUS; CNLI; ESSALAM – Associação de Imigrantes Magrebinos e de Amizade Luso – Árabe; Espaço MUSAS; SOS Racismo; TERRA VIVA!/Terra Vivente AES foram as seis associações que subscreveram o comunicado de Imprensa que em Junho de 2006 atribuía responsabilidade moral aos serviços do Porto do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) pelo suicídio do imigrante paquistanês Ahmed Hussein. Na sequência dessas notícias (1 e 2), o SEF processou quatro dessas associações AACILUS; ESSALAM; Espaço MUSAS; e TERRA VIVA. Em julgamento estiveram representantes destas quatro associações. De fora ficaram, por razões que ficam por explicar, SOS Racismo e CNLI.
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